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VAMOS CONHECER UM POUCO DA VIDA DE SANTA FAUSTINA, A VIDENTE DE JESUS MISERICORDIOSO, CUJA RELÍQUIA (Um pedaço do seu osso), TEMOS AQUI EM NOSSO SANTUÁRIO.

Santa Faustina nasceu na aldeia de Glogoviec em Swinice Varckie, na Polônia, em 25 de agosto de 1905. Foi batizada dois dias depois com nome de Helena Kowalska, na Igreja de São Cassimiro.

Entrou para a vida religiosa na Congregação da Mãe da Divina Misericórdia, no ano de 1924;

Faleceu em 05 de Outubro de 1938;

Foi Beatificada em 18 de Abril de 1993, pelo Papa João Paulo II;

E Canonizada em 30 de Abril de 2000, também pelo Papa João Paulo II.

Seus restos mortais estão guardados em uma urna, no altar da Basílica Santuario da misericórdia, em Varsóvia, na Polônia.

Seus pais tiveram 10 filhos; Helena era a terceira, a quem criaram com muita disciplina. Foi grande exemplo de vida espiritual. Desde sua infância ela foi chamada a falar com o céu.

Aos 05 anos teve um sonho. Sua mãe conta em sua biografia o que ela falou à família na época: “Eu estava caminhando de mãos dadas com a Mãe de Deus em um jardim precioso”. (Sophia Michalenco, Misericórdia Minha Missão, p. 11)

Aos 7 anos de idade, por várias vezes, a menina despertava durante a noite e se sentava na cama. Sua mãe a via rezando e lhe dizia que voltasse a dormir. Respondia Helena. “Oh! Não, mamãe, meu anjo da guarda me despertou para rezar” (Sophia Michalenco, Misericórdia Minha Missão, p. 11).

Em seu Diário, Santa Faustina afirmou: “O definitivo chamado de Deus a graça da Vocação para a vida religiosa, eu senti desde os 7 anos de vida. Com esta idade eu ouvi pela primeira vez a voz de Deus na minha alma, ou seja, o convite para uma vida perfeita, mas nem sempre fui obediente à voz da Graça. Não encontrei ninguém que me pudesse explicar estas coisas”. (Diário 7, p. 21)

Certo dia, na oração das Vésperas, durante a exposição do Santíssimo Sacramento, ela tinha aproximadamente 09 anos, e se preparava para receber os Sacramentos da Confissão e Comunhão na Igreja de São Cassimiro. Antes de sair de casa no dia de sua Primeira Comunhão, Helena beijou as mãos de seus pais para demonstrar sua pena por haver-lhes ofendido. Desde este dia confessava todas as semanas, e toda vez rogava a seus pais perdão, beijava-lhes as mãos, seguindo o costume polonês. Isso fazia apesar de seus irmãos não a imitarem.

Helena ajudava em casa na cozinha, ordenhava as vacas e cuidava de seus irmãos. Começou a participar do colégio quando tinha 12 anos de idade, pois as escolas estavam fechadas devido à ocupação Russa. Mas teve de deixar a escola para cuidar dos irmãos menores, antes mesmo de completar o terceiro ano de estudos.

Aos 16 anos, começou a trabalhar como empregada doméstica e, de novo, sentiu muito fortemente o chamado à vocação religiosa. Porém, ao apresentar seu desejo a seus pais, eles negaram autorização. Sobre isso relata em seu Diário:  “Ao 18 anos, fiz um insistente pedido aos meus pais para que me deixassem entrar no convento, a recusa foi decisiva .Depois desta recusa, voltei-me  às vaidades, nenhuma atenção à voz da graça, embora minha alma não encontrasse satisfação em nada disso. O contínuo chamado da graça era para mim um grande sofrimento, que eu procurava abafar com diversões. Evitava interiormente a Deus, voltando-me com toda alma para as criaturas. Contudo, a graça do Senhor venceu em minha alma”. ( Diário 8, págs. 21 e 22).

 

Inicio das manifestações da Misericórdia de Jesus ……

Continua na próxima edição

 

Vera Lourdes Sartori

 

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